quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Twitter é 8,4 mil vezes mais eficiente que o Procon

Reclamações feitas pelo Twitter não são muito mais eficientes do que as feitas ao Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor). São extremamente mais eficientes.


As redes sociais têm sido cada vez mais utilizadas pelos consumidores que se sentem lesados. E a estratégia fez as empresas se mexerem, tanto que leva entre 5 minutos e 2 horas para responderem a alguma reclamação vinda do Twitter. No Procon, a resposta vem em, no mínimo, um mês, de acordo com um levantamento feito pela Folha de S.Paulo.


O Estadão.com.br fez as contas e descobriu que a rede de microblogs é 8,4 mil vezes mais eficaz do que o órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania.


Se o cliente preferir o Facebook, ainda sairá ganhando, pois o site tem um índice de eficiência até 1,4 mil vezes melhor do que o Procon.


No Twitter, a resolução do problema vem em até 24 horas. No Facebook, a resposta da empresa leva de 30 min. a 6 horas e a resolução também demora até 24 horas.


Por outro lado, os chats convencionais demoram, em média, cinco dias úteis para responder e a resolução pede mais cinco dias úteis. Os SACs têm a mesma quantidade de dias. Já no Procon, a resposta demora até um mês, sendo que não há prazo para a resolução do problema.



Fonte: AdNews

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Investimentos em publicidade na internet devem chegar a R$ 3 bi no Brasil em 2011



Uma projeção feita pelo IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), mostra que o Brasil deve receber aproximadamente R$ 3 bilhões de investimentos em publicidade digital até o final deste ano.


A quantidade faz com que a web passe a ter uma participação de 10% no “bolo” publicitário brasileiro, que engloba outros meios como TV aberta, jornal, revista, rádio, TV paga e cinema.


A participação da internet no total de investimento publicitário em 2010 alcançou 4,64% do total, atrás apenas de revista (7,5%), jornal (12,36%) e TV aberta (62,93%), mas as estimativas anteriores do IAB sobre o investimento de publicidade na internet brasileira não levavam em conta a projeção dos valores investidos em anúncios feitos em serviços de buscas, agora contabilizados.


Baseado em conversas com agências de publicidade e anunciantes, o IAB calcula que esse tipo de investimento (em serviços de buscas) seja 50% do total feito na internet brasileira. A outra metade se refere a anúncios como o que se vê nos portais, por exemplo.


Entre janeiro e abril deste ano, o investimento em mídia digital cresceu 15% e a estimativa do IAB é de um aumento acumulado de 20% entre janeiro e junho.


O IAB Brasil é uma associação que tem como objetivo desenvolver o mercado de mídia interativa no Brasil. A entidade conta atualmente com cerca de cem filiados, entre sites e portais, empresas de tecnologia, agências e desenvolvedoras.


Fabio Coelho, presidente do IAB Brasil, diz que a atual estimativa de investimentos publicitários na internet é um retrato da realidade brasileira e muda a maneira como o mercado de internet no país é visto pelos investidores.


- Esse número muda o mercado porque engloba mais empresas. E as companhias nacionais e internacionais estão de olho nesses números cada vez maiores, tanto em acessos quanto em investimentos em publicidade.


Segundo o Ibope Nielsen Online, o país conta com quase 75 milhões de internautas.



Fonte: R7







quinta-feira, 10 de março de 2011

Comunicação digital movimentou R$ 3 bilhões na economia brasileira em 2010

O Censo Digital 2010, realizado pela Associação Brasileira das Agências Digitais, apontou que o mercado de comunicações digitais cresceu bastante no ano, movimentando R$ 3 bilhões na economia brasileira. De acordo com o levantamento, o destaque foram as pequenas e médias empresas, cujo faturamento cresceu 28,9% com relação a 2009.


Com objetivo de esboçar um perfil evolutivo e base de dados detalhada sobre o mercado de agências de comunicação digital, a pesquisa quantitativa realizada em dezembro de 2010 apresentou informações relevantes, principalmente no que diz respeito ao uso de ferramentas de comunicação. Nesse ponto, o destaque foi o e-mail marketing. O formato ocupou a terceira colocação entre as competências mais significativas das mais de 150 agências digitais que responderam as questões, perdendo apenas para websites e programação.


"Os dados nos permitem interpretar que o e-mail marketing é a segunda maior competência de uma agência digital. Além disso, em relação à relevância, a ferramenta ganhou mais importância no último ano e ocupa o quinto lugar no setor, ou quarto, com relação à consideração feita anteriormente", interpreta Rodrigo de Almeida, diretor comercial da Dinamize, empresa de tecnologia em marketing.

 
E-commerce em alta
Paralelo ao crescimento das comunicações digitais, o e-commerce também mostrou sua força, ao faturar R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010, Desse total, 15% foram provenientes de vendas online, oriundas diretamente de um e-mail marketing.


Fonte: Administradores

sábado, 5 de fevereiro de 2011

E quem é o cliente nas redes sociais?

A pesquisa de mercado é fundamental para quem quer localizar seu público alvo e, a partir disso, atingir com eficiência os objetivos da comunicação com o seu cliente, seja por marketing, publicidade ou o famoso serviço de atendimento ao cliente, o SAC. 

O modo de alcançar o público vem se transformando ao longo das décadas e as atuais redes sociais servem como auxílio na hora de interagir. Mas apesar da internet divulgar o que se fala, quem fala ainda é uma incógnita. As frágeis ferramentas da web facilitam qualquer intenção de burlar as (poucas) informações obrigatórias dos perfis virtuais.


O resultado disso? Informações e opiniões vindas de ninguém, seres humanos sem identificação, nome ou faixa etária. A consequência é um feedback empresa-cliente muito mais demorado do que deveria ser. Por não conseguir enxergar quem está “por trás do teclado”, as empresas ainda recorrem à velha prancheta de questionários nas ruas para identificar sua clientela.


Mas o que fazer? Obrigar o internauta a se identificar em um espaço, teoricamente, público e democrático? Com a obrigatoriedade de identificação a internet não iria perder sua função de ferramenta global e ilimitada? Porém, as empresas ainda estão pouco amadurecidas com a brilhante “porta” denominada web para atender seu público. É tudo novo demais.


Uma solução seria a população utilizar cada vez mais os serviços oficiais de atendimento ao cliente via web. Serve, inclusive, para dar informações a outros clientes ou prospectos consumidores, que estão pesquisando sobre a marca. Alguns sites já funcionam como serviço interligado ao SAC da empresa e, assim como as respostas feitas diretamente às instituições, possuem tempo estimado para resposta ao consumidor.


Provavelmente as grandes marcas e as empresas contratas para intermediar a relação empresa x cliente nas mídias sociais criarão ferramentas que facilitem o reconhecimento desse personagem protagonista: o consumidor. Enquanto isso, vale utilizar as ferramentas que já existem, como o site Reclame Aqui, que funciona como um SAC para grandes empresas e possui grande acervo de dúvidas, respostas e reclamações das marcas mais influentes do país.


Por Duda Ferraz

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Os 6 princípios das influências nas redes sociais

No nosso dia-a-dia é importante conhecer técnicas de influência; dentro das redes sociais, podemos ser vistos, retransmitidos e escutados muito mais amplamente.

“Nada é tão inacreditável que a retórica não possa tornar aceitável”. Marco Túlio Cícero

Por volta de 450 a.C., Péricles comandou a cidade de Atenas ao ápice de sua vida cultural e política.


Atenas tornou-se, durante esse período, a cidade-estado mais notável da Grécia e a democracia aflorou a partir do momento em que o governo era exercido pelo povo que, de uma forma direta, decidia o destino da pólis na Assembléia (Ekklesia).


Porém, além da discriminação, que alijava das decisões políticas a maior parte da população da pólis (mulheres, escravos e estrangeiros), as verdadeiras decisões políticas dependiam de atenienses que atendessem à tradicional frase formulada após a leitura dos projetos levados à ordem do dia nas Assembleias:

“Quem vai pedir a palavra?”


Todo e qualquer cidadão ateniense que estivesse presente poderia fazer uso da palavra. Porém, apenas os que possuíam o dom da oratória, o conhecimento dos assuntos pautados, a habilidade de raciocínio e sabiam utilizar com primazia a voz e os gestos, conseguiam impor seus pontos de vista, através da persuasão. A eloquência, portanto, tornou-se um grande diferencial em Atenas.


O povo era, literalmente, governado pelos oradores!


A verdade é que, seja na Grécia antiga, seja nos dias de hoje, não há quem não goste da ideia de conseguir expor seu ponto de vista de uma maneira cristalina e convincente.


Recentemente, lendo a revista Mente e Cérebro, me deparei com uma matéria interessantíssima, onde um pesquisador da Universidade Estadual do Arizona, falava sobre os seis princípios norteadores da influência
social.


O psicólogo Robert Cialdini focou sua carreira na observação de técnicas de influência e descreveu os seis princípios no seu livro Influence: science and practice.


Depois de ler e interpretar cada um desses princípios à luz das redes sociais, eis o resultado, os seis princípios norteadores da influência nas redes sociais:

1. Reciprocidade


Segundo o autor, tendemos a “nos sentir obrigados a retribuir favores”. Não tem como não lembrar dos RTs do Twitter, dos comentários em nossos blogs ou sites, do link que recebemos ou a citação de nosso nome em algum texto, vídeo ou qualquer conteúdo que tenhamos produzido.


Quase que instintivamente, nos vemos retribuindo esses “favores”. Por isso, se você quer que seu trabalho seja comentado, retuitado ou linkado, estimule essa atitude nos outros através do seu exemplo! #FicaDica

2. Blogs



Costumamos dizer sim às pessoas que gostamos. O que falta para as empresas é estabelecer um relacionamento verdadeiro com o consumidor. Mais no texto Marketing de Relacionamento 2.0. Assim como o relacionamento verdadeiro é a tônica das redes sociais, ouvir é o verbo da era digital. Preste atenção nas necessidades e desejos da sua rede. Se você consegue estabelecer um vínculo afetivo com seus seguidores do Twitter, com sua rede do Facebook, com seus amigos no Orkut, você fatalmente irá colher bons frutos dessas relações e terá muito mais facilidade em aumentar o alcance das suas ideias.

3. Escassez


Damos mais valor às coisas que existem em pequena quantidade ou às quais temos pouco acesso. De acordo com a Wikipedia, “a escassez representa a insuficiência de bens para satizfazer os desejos ilimitados das pessoas”.


Chris Anderson (editor-chefe da revista Wired e autor do best seller A Cauda Longa) afirma em seu mais recente livro Free – O futuro dos preços, que: “(…) Nosso cérebro foi programado para a escassez; centramo-nos naquilo que não tivemos em quantidade suficiente, como tempo e dinheiro. É isso que nos motiva. Se obtivermos o que procuramos, tendemos rapidamente a desconsiderá-lo e encontrar uma nova escassez para buscar. Somos motivados pelo que não temos, e não pelo que temos”.


Como poderíamos aplicar esse princípio às redes sociais?


Com a profusão constante de novas redes de relacionamento e de inúmeras novas funções e aplicativos criados dentro das redes já existentes, um dos bens mais escassos da era da conectividade é a atenção.


Para aumentar o nosso poder de influência, é imprescindível que tenhamos bastante equilíbrio entre “ser solícito” e “não ter tempo para nada”; entre “ser provedor de conteúdo relevante” e “estar o tempo todo presente na timeline alheia”. Assim como um médico bem sucedido precisa recorrer à uma agenda bem feita para atender à demanda de pacientes, guardadas às devidas proporções, já que o timming online é muito diferente, temos que saber dosar a nossa participação nas redes sociais.

4. Evidência Social


Tomamos os outros como exemplo quando não temos certeza do que fazer. Quanto mais conseguimos facilitar as coisas para os integrantes de nossas redes sociais, mais conseguimos ficar em evidência.


Cada vez que descobrimos um aplicativo novo para o Facebook ou até mesmo uma nova rede social, indicamos algum site ou blog que ajudem a solucionar algum problema ou tuitamos sobre alguma informação útil para nossos seguidores, passamos a ser vistos como alguém capaz de ajudar na travessia desse imenso e confuso infomar.


Se o seu trabalho for, realmente, bem feito, vai ter muito internauta se perguntando o que você faria diante de determinada situação, antes de tomar uma decisão. Sempre é bom lembrar que ser exemplo para outras pessoas pode até ser muito legal e tal, mas, ser admirado gera uma grande responsabilidade, pois não são somente os nossos bons exemplos que serão copiados.

5. Autoridade


Valorizamos a opinião de especialistas e dos que estão em uma posição de poder. Estudar muito, ler bastante, observar a realidade à sua volta, frequentar cursos e eventos, fazer pós-graduação, mestrado, cercar-se de pessoas que venham a enriquecer seu conteúdo, tornar-se um especialista, escrever para sites conceituados e blogs especializados… Ufa, não tem vida fácil, não! A dica aqui é 90% de transpiração e 10% de inspiração.


Quer se tornar uma autoridade? Prepare-se para investir boa parte de seu precioso tempo na incessante busca do conhecimento. Sem uma base sólida, grande parte das informações que circulam não passarão de um monte de dados inconsistentes e sem nexo…

6. Comprometimento e Consistência

Gostamos de cumprir nossas promessas e de terminar o que começamos. Quando um internauta passa a frequentar seu blog ou site, seguí-lo no Twitter ou adicioná-lo no Facebook (ou em qualquer outro site de relacionamento), ele torna-se um potencial disseminador de seu trabalho.


Reconheça o seu esforço e a sua dedicação e chame-o para participar, para contribuir com seu trabalho, e você terá um importante aliado na sua jornada online.


O comprometimento gerado por um vínculo consistente não acaba tão cedo. Além de ser muito útil nos momentos de construção de conteúdo ou capital social, um aliado pode ser de fundamental importância em momentos de crise.


Os princípios do Dr. Cialdini foram elaborados com base na evolução e nos remetem à história ancestral da raça humana. No entanto nos deparamos com diversos exemplos atuais em que os princípios norteadores se encaixam perfeitamente. Esses temas aparecem com grande frequência nas redes sociais, nosso objeto de estudo.


No nosso dia-a-dia é importante conhecer técnicas de influência; dentro das redes sociais podemos ser vistos, retransmitidos e escutados muito mais amplamente.


Por causa dessa linhagem evolucionária e da conexão explícita das estratégias com os sistemas de recompensa, todos estamos, de uma maneira ou de outra, sujeitos à persuasão.
Cada linha de texto, seja linear ou multimídia, que temos contato na internet, vai nos influenciar de alguma forma e isso é #Fato.


Podemos ser atingidos pela mensagem (ao ler um post de um blog ou matéria de um site), gostar do conteúdo (ao retuitar no Twitter ou curtir algo no Facebook) ou até nos tornar verdadeiros “evangelizadores” de uma marca, ideia ou autor. (No meu caso vivo falando do Google e indicando vários produtos do Google em minhas oficinas e palestras).


Criticando ou concordando, em maior ou menor intensidade, o certo é que, uma vez que não somos mais agentes passivos, iremos passar o que recebemos adiante.


Se fazemos parte da “cadeia produtiva” da influência e estamos em constante mudança, nada melhor que estarmos preparados para pertencer aos 7% que participam ativamente da internet com comentários e RTs e ainda mais ao 1% de internautas que produzem conteúdo.


Como disse o Dr. Howard Gardner (criador do conceito das inteligências múltiplas), no seu livro Mentes que mudam: “A nossa mente muda – ou porque queremos mudá-la ou porque alguma coisa acontece no mundo real ou em nossa vida mental que justifica uma grande mudança”.
Seja escrevendo textos para sites ou blogs, tuitando ou fazendo upload de imagens ou vídeos. É tempo de exercer nosso poder de persuasão na internet.


Fonte: Pedro Cordier para o Webinsider

domingo, 23 de janeiro de 2011

Entrar nas redes sociais exige planejamento da empresa

Sabe aquele ditado “é dando que se recebe”? Tem tudo a ver com as redes sociais. Só repassando informações relevantes é que se ganha audiência. Levar sua empresa para o mundo das redes sociais requer, antes de tudo, planejamento e monitoramento constante. Compartilhar conteúdo consistente sobre o seu negócio e adotar uma política de uso responsável é essencial. Segundo o Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc), 65% das empresas já estão presentes nas redes sociais e as mídias de maior destaque entre as empresas são Twitter (84%), YouTube (62%) e Facebook (61%).


“A relação das empresas com a web é muito mais uma questão humana do que tecnológica”, comenta o especialista em marketing em redes sociais Frederico Alecrim, que teve seu blog (www.uaugomais.com.br) eleito o melhor de empreendedorismo pelo prêmio Top Blog e dará um curso sobre o assunto no próximo dia 27 na Câmara Americana de Comércio no Recife (Amcham Recife).


O presidente da IMKT Brasil, agência pernambucana de planejamento estratégico de marketing digital, Fábio Lira, lembra ainda que “um dos pecados cometidos pelas empresas nas mídias sociais é informar apenas promoções e tentar empurrar produtos e serviços para o consumidor sem criar informações relevantes”. Ele diz que, se o desejo é entrar na onda das promoções na web, a divulgação das ofertas deve agregar valor às informações disponibilizadas.


Os canais também podem ser aproveitados pelas empresas para ações de coleta e análise de informações. Na arte ao lado, você encontra dicas de como investir na mídias sociais e ampliar a imagem da sua empresa na internet.


Texto publicado no caderno de economia do Jornal do Commercio em 23.01.2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Como investir em marketing digital em 2011

São Paulo - Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.
Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:

- 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).
- Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).
- Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).
- 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.
- Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia).
Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:
e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.
Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.
Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.
Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.
Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.

Fonte: Exame (Por: Silvio Tanabe)