A elite brasileira confia na internet e usa a web para se informar antes de fazer compras e também para transações financeiras, mostra uma pesquisa do Ibope revelada pelo IDG Now. Segundo o estudo, 91% dos brasileiros mais ricos pesquisa na web antes de comprar algum produto e 85% confiam na internet como fonte de informação. A internet oferece hoje uma imensa variedade de fontes para quem quer tomar decisões de compra com mais propriedade. Além da maioria das grandes empresas ter websites com informações sobre seus produtos, existem também outros lugares onde o internauta pode ir.
Sites como o reclameaqui.com.br oferecem alertas importantes sobre empresas que não se preocupam com os direitos do consumidor. Foruns online e comunidades no Orkut também costumam trazer detalhes preciosos, pois normalmente são frequentados por entusiastas especializados que muitas vezes conhecem os produtos que os fabricantes. Além disso, há o Twitter, que já é utilizado por muitas empresas como canal de comunicação com os clientes. E para fechar, sites como bondfaro.com.br e buscape.com.br comparam preços entre várias lojas online.
A pesquisa mostrou também que os brasileiros de classe alta utilizam a internet para transações bancárias. Segundo o Ibope, 63% dos homens e 56% das mulheres usam bancos online. O Ibope ouviu pessoas entre 20 e 64 anos que tivessem acessado a internet nos últimos três meses e estivessem no grupo dos 5% mais ricos no Brasil.
Da Agência O Globo
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Pesquisa do Ibope revela que elite brasileira confia na internet
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Brasil terá 165 milhões de acessos à internet banda larga até 2018, prevê Anatel
Brasília - O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, reafirmou hoje (16) a expectativa de o país ampliar, até 2018, para 165 milhões o número de acessos à internet banda larga. Segundo ele, existem atualmente 15 milhões de acessos no país.
Sardenberg disse que a previsão de investimentos para o setor é de R$ 250 bilhões até 2018 e que, para atingir a marca, será fundamental incentivar a concorrência entre as empresas fornecedoras do serviço, que, segundo ele, responde atualmente por mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
“A universalização é fundamental porque o Brasil está se transformando em um grande mercado em matéria de telecomunicações. Já somos o quinto mercado mundial em telefonia móvel e o sétimo em telefonia fixa”, disse após participar do seminário internacional Alternativas para o Desenvolvimento da Infraestrutura e do Acesso em Banda Larga, evento promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.
“Portanto, não podemos nos conformar com um hiato digital no país, com serviços de telecomunicações muito avançados em determinadas regiões e muito atrasados em outras”, acrescentou.
Sardenberg disse, ainda, que passada a fase de obrigar as empresas a introduzir tecnologia de segunda geração (2G) nas regiões Norte e Nordeste, “será o momento de promover a transformação do serviço para 3G [terceira geração]”.
Fonte: Agência Brasil
Como podemos notar, a tandência da internet é de significativo incremento na sua base de usuários. Tal fato justifica, por si só, um aumento dos investimentos no webmarketing, visto que o número de usuários (clientes em potencial) aumentará substancialmente. Porém, o investimento na presença online, deverá seguir um planejamento sério, feito de forma profissional, pois só assim, trará um resultado consistente.
Fábio Lira
Sardenberg disse que a previsão de investimentos para o setor é de R$ 250 bilhões até 2018 e que, para atingir a marca, será fundamental incentivar a concorrência entre as empresas fornecedoras do serviço, que, segundo ele, responde atualmente por mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
“A universalização é fundamental porque o Brasil está se transformando em um grande mercado em matéria de telecomunicações. Já somos o quinto mercado mundial em telefonia móvel e o sétimo em telefonia fixa”, disse após participar do seminário internacional Alternativas para o Desenvolvimento da Infraestrutura e do Acesso em Banda Larga, evento promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.
“Portanto, não podemos nos conformar com um hiato digital no país, com serviços de telecomunicações muito avançados em determinadas regiões e muito atrasados em outras”, acrescentou.
Sardenberg disse, ainda, que passada a fase de obrigar as empresas a introduzir tecnologia de segunda geração (2G) nas regiões Norte e Nordeste, “será o momento de promover a transformação do serviço para 3G [terceira geração]”.
Fonte: Agência Brasil
Como podemos notar, a tandência da internet é de significativo incremento na sua base de usuários. Tal fato justifica, por si só, um aumento dos investimentos no webmarketing, visto que o número de usuários (clientes em potencial) aumentará substancialmente. Porém, o investimento na presença online, deverá seguir um planejamento sério, feito de forma profissional, pois só assim, trará um resultado consistente.
Fábio Lira
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